Atletas praticando uma queda com pegadas na jaqueta
Fotografia do arquivo BORETS.
Neste guia
  1. As seis ações que pontuam
  2. Estabilizar importa tanto quanto chegar
  3. Vantagens não se somam para virar pontos
  4. Técnicas permitidas dependem da categoria exata

Antes de estudar o placar, identifique o regulamento usado no evento. Este guia segue o livro disponibilizado atualmente pela IBJJF: versão 6.1, junho de 2024, conferido em 21 de setembro de 2026. Eventos apenas por finalização ou de outra federação podem funcionar de outra forma. Confirme categoria etária, faixa e formato com ou sem kimono antes de planejar.

As seis ações que pontuam

Queda — 2 pontos. Levar o adversário ao chão a partir da posição em pé e cumprir o controle exigido na posição resultante.

Raspagem — 2 pontos. Inverter de baixo para cima a partir da guarda ou meia-guarda, conforme os critérios da regra.

Joelho na barriga — 2 pontos. Estabelecer a posição exigida do joelho ou da canela, mantendo o outro joelho fora do tatame.

Passagem de guarda — 3 pontos. Superar as pernas e estabilizar o controle lateral ou norte-sul exigido.

Montada ou montada pelas costas — 4 pontos. Cumprir os requisitos de posição corporal e apoios.

Controle das costas — 4 pontos. Cumprir os critérios de controle e posição das pernas; o triângulo de corpo sozinho não é a posição de pontuação.

Estabilizar importa tanto quanto chegar

As posições de pontuação geralmente exigem três segundos de estabilização e seus critérios específicos. Pense na passagem como chegar ao destino e demonstrar controle ali. Abandonar imediatamente uma chegada instável para atacar pode deixar a ação sem pontuação. Um professor ou árbitro explica a sequência concreta melhor do que uma análise baseada num único quadro.

O controle lateral não tem pontuação isolada. Cair diretamente nele após uma queda não soma automaticamente queda e passagem: é preciso realmente passar uma guarda. Da mesma forma, inverter por baixo da montada não é automaticamente uma raspagem. Isso ajuda a entender por que a posição melhorou sem mudança no placar.

Vantagens não se somam para virar pontos

Com pontos iguais, vantagens podem decidir; persistindo o empate, entram as penalidades pertinentes e, por fim, a decisão do árbitro. A vantagem reconhece uma quase conclusão prevista na regra, não qualquer tentativa promissora. Não suponha que várias vantagens superem uma diferença de pontos. Leia o resultado completo.

Antes de competir, pratique um cenário simples: o parceiro lidera por dois pontos e resta pouco tempo. Identifique uma rota de pontuação disponível naquela posição e teste se consegue estabelecê-la. A lição é ligar posição, placar e tempo, não inventar um ataque desesperado porque o relógio está acabando.

Técnicas permitidas dependem da categoria exata

Por exemplo, heel hooks e cruzada de perna são permitidos no Adulto sem kimono marrom e preta pela tabela atual. A permissão não se estende a Masters, faixas inferiores ou categorias com kimono. A tabela de golpes proibidos separa esses grupos. Ver uma técnica numa luta de elite sem kimono não autoriza usá-la na sua chave.

Antes da inscrição, confira tabela da categoria, pegadas proibidas, uniforme e instruções de pesagem. Na preparação, combine as técnicas com cada parceiro, solte imediatamente ao sinal de desistência e não teste uma regra aplicando pressão desconhecida em articulações ou pescoço. Resolva a dúvida antes do round, não durante uma finalização.