Treino de grappling sem kimono na BORETS
Fotografia do arquivo BORETS.
Neste guia
  1. Conquiste a distância curta pela disputa de mãos
  2. Alinhe a pegada à sua base
  3. Crie um ângulo antes da descida
  4. Acompanhe a queda sem desabar
  5. Perceba quando o body lock virou apenas um aperto
  6. Construa uma progressão próxima ao chão

O body lock conecta os dois braços ao redor do tronco adversário. Ele permite diferentes quedas, mas unir as mãos é apenas o começo. A posição se torna útil quando seus pés e quadril conseguem deslocar o equilíbrio do adversário sem deixar um grande espaço entre os corpos. Este guia trabalha uma conclusão baixa e controlada a partir do contato próximo em pé, com o treinador escolhendo a trajetória de queda.

Conquiste a distância curta pela disputa de mãos

Entre a partir de uma conexão útil, como um underhook ou uma posição conquistada após passar pelo braço. Organize cabeça e ombros enquanto os pés fecham o espaço. Tentar abraçar com os dois braços alguém que ainda está longe pode comprometer sua postura e facilitar a separação da pegada. Primeiro estabeleça contato suficiente para ficar próximo com equilíbrio. Depois una as mãos na pegada ensinada para a versão. Evite prender dedos ou compensar uma distância ruim apertando com mais força.

Alinhe a pegada à sua base

Mantenha as mãos conectadas na altura escolhida pelo treinador e posicione o quadril de forma que consiga dar passos. O contato do peito deve permitir movimento sem forçar uma curvatura exagerada na lombar do parceiro. Se os pés ficam muito para trás, os braços seguram o tronco, mas a base não acompanha. Se a base fica estreita e muito ereta, uma pequena rotação pode desequilibrar você. Teste a posição com passos lentos antes de usá-la para concluir.

Crie um ângulo antes da descida

Use a conexão para provocar um passo e avance para um canto da base adversária, em vez de empurrar diretamente contra a linha mais estável. O treinador pode ensinar uma conclusão baixa com rotação, auxiliada por um posicionamento preciso do pé ou da perna. O essencial é que tronco e quadril se movam juntos por uma trajetória de queda combinada. Não fixe o pé enquanto gira o joelho contra ele. Se o adversário recuperar uma base ampla e estável, volte a movimentá-lo antes de descer.

Acompanhe a queda sem desabar

Preserve conexão suficiente para conduzir o adversário e ajuste mãos e base conforme o tatame se aproxima. Evite cair com peso descontrolado sobre o tronco ou prender um braço sob o parceiro. No chão, identifique o quadril dele e se consegue se virar imediatamente para você. A repetição deve terminar em uma posição de controle reconhecível, escolhida pelo treinador. Se os dois chegam embolados sem uma posição clara por cima, examine a direção e a continuidade, além do simples fato de alguém ter caído.

Perceba quando o body lock virou apenas um aperto

Observe braços muito contraídos sem movimento dos pés, quadril adversário ainda distante ou seu tronco cada vez mais inclinado. Esses sinais sugerem que a conexão ainda não produz controle útil. Apertar mais pode retardar a separação, mas não necessariamente cria o ângulo ausente. Reinicie e teste uma mudança: pés mais próximos, melhor alinhamento dos ombros ou outro momento para unir as mãos. Pergunte ao defensor o que alterou seu equilíbrio, incluindo na avaliação algo além do esforço de quem ataca.

Construa uma progressão próxima ao chão

Comece com entradas, controles confortáveis e solturas imediatas. Acrescente um jogo em movimento: o defensor tenta recuperar a base de frente e quem ataca procura um ângulo lateral. Só depois inclua a conclusão baixa com um parceiro cooperativo. Crianças e iniciantes podem parar no ângulo ou treinar uma descida orientada pelo treinador, sem elevar. Projeções com arco para trás são outra tarefa de treino e não integram esta progressão. Registre quando a base adversária mudou e se o controle final continuou disponível.